A.O.K., nossa cliente, mulher, sexagenária, fez um empréstimo com o Banco ITAÚ. Pagou tudo. Quando atrasou, pagou os juros e as taxas que o ITAÚ cobrou. Mesmo assim, por erro, o Banco inscreveu o nome de A.O.K no SERASA. Só que nesse meio de tempo A.O.K. tinha entrado com um pedido de financiamento de casa própria perante a Caixa Econômica Federal. Papelada vai, papelada vem, A.O.K providenciou todos os documentos que a CAIXA pediu. Só que, na hora de bater o martelo e liberar o financiamento, o nome de A.O.K. apareceu no SERASA. E a CAIXA não liberou o empréstimo por conta disso. A.O.K. ficou muito desesperada. Primeiro, porque nem sabia que o ITAÚ tinha mandado seu nome para o SERASA. Segundo, porque a dívida com o ITAÚ estava totalmente paga e terceiro, porque viu sua tão sonhada casa própria indo para o espaço. A.O.K resolveu não deixar por isso mesmo. Levou o ITAU para a Justiça. No fim, mesmo o ITAÚ tendo recorrido até o fim, o Tribunal do Paraná condenou o ITAU a pagar para A.O.K. a quantia 8 mil reais, mais juros de mora, mais custas, mais honorários, para compensá-la pela humilhação, pelo vergonha que passou e punir o Banco para que pense mais e melhor antes de cometer um erro tão primário.
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